O subprocurador Lucas Rocha Furtado reviu seu posicionamento e solicitou um exame mais profundo do leilão de reserva de capacidade antes da decisão.
O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU), formalizou uma mudança de postura em relação ao leilão de reserva de capacidade de 2026. Em ofício encaminhado ao ministro relator Jorge Oliveira na última quarta-feira (3), Furtado admitiu ter cometido um erro em sua análise anterior e solicitou que o tribunal realize uma avaliação mais aprofundada do certame antes de proferir qualquer decisão definitiva. A medida visa assegurar maior segurança jurídica e técnica ao processo, que é visto como um pilar estratégico para a estabilidade do sistema elétrico brasileiro. Com a revisão, o MPTCU busca evitar falhas na condução do leilão, garantindo que o planejamento energético do país atenda aos requisitos necessários para o suprimento de energia a longo prazo.
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