Conselheiro de Trump pede corte de juros e alerta para impacto da IA
Kevin Hassett defende que o Fed mantenha ou reduza os juros, citando resiliência econômica e mudanças estruturais causadas pela inteligência artificial.
Pontos principais
- Kevin Hassett defende que o Federal Reserve não deve elevar os juros e aponta espaço para cortes futuros.
- Dados do Payroll de maio, com 172 mil novas vagas, demonstram a resiliência do mercado de trabalho americano.
- A inteligência artificial está alterando a demanda por profissionais com ensino superior, segundo o conselheiro.
- O governo minimiza riscos inflacionários do petróleo, citando estoques elevados e natureza temporária das pressões no setor.
- A administração Trump monitora riscos geopolíticos no Estreito de Ormuz como potencial fator de inflação.
O conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, reforçou a pressão sobre o Federal Reserve ao afirmar que não há motivos para elevar as taxas de juros, sugerindo que o banco central possui espaço para cortes nos próximos meses. A posição, alinhada à agenda do presidente Donald Trump, sustenta-se na resiliência do mercado de trabalho, evidenciada pelos 172 mil postos criados em maio. Hassett ressaltou que, embora a economia apresente força, a inteligência artificial já provoca mudanças estruturais, reduzindo a contratação de recém-graduados. Em relação à inflação, o diretor minimizou preocupações com a volatilidade do petróleo, classificando as pressões como temporárias e destacando que os estoques americanos permanecem em patamares historicamente elevados, apesar da atenção contínua do governo sobre possíveis instabilidades no Estreito de Ormuz.
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