Fim de conflito no Irã pode abrir espaço para corte de juros pelo Fed
O governo Trump avalia que um acordo com o Irã reduziria preços do petróleo, facilitando cortes de juros pelo Federal Reserve.
Pontos principais
- Kevin Hassett, assessor econômico de Trump, vinculou a estabilização geopolítica no Irã à redução da inflação.
- Um possível acordo poderia reabrir o Estreito de Ormuz, aumentando a oferta global de petróleo e aliviando custos energéticos.
- Hassett destacou que o presidente Donald Trump e o secretário Marco Rubio indicaram avanços nas negociações com Teerã.
- O Federal Reserve ganharia maior margem de manobra para ajustar as taxas de juros, com foco em uma gestão baseada em dados.
- Além da energia, a administração aposta na desregulação e na inteligência artificial para estimular o crescimento econômico.
O diretor do Conselho Econômico Nacional, Kevin Hassett, reforçou que o encerramento do conflito no Irã pode ser um catalisador decisivo para a economia americana. Segundo o conselheiro, um acordo que garanta a reabertura do Estreito de Ormuz elevaria a oferta global de petróleo, atuando como um fator deflacionário que permitiria ao Federal Reserve maior flexibilidade para cortes nas taxas de juros. Hassett mencionou que o presidente Donald Trump e o secretário Marco Rubio têm sinalizado avanços diplomáticos com Teerã. Embora a energia seja central, o governo também aponta a desregulação e o avanço da inteligência artificial como pilares para o crescimento. O assessor ainda elogiou a nomeação de Kevin Warsh para a presidência do Fed, expressando expectativa por uma gestão pautada em dados e na independência institucional da autoridade monetária.
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