A AIPC acompanha apuração americana sobre práticas comerciais e trabalho forçado, buscando evitar impactos nas exportações de derivados de cacau.
A Associação das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) está acompanhando de perto a investigação aberta pelo governo dos Estados Unidos sob a Seção 301. O procedimento, conduzido pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), apura alegações de práticas comerciais restritivas e questões relacionadas a trabalho forçado em diversos setores. Embora o cacau brasileiro esteja, no momento, na lista de exceções da investigação, o setor mantém cautela diante da possibilidade de mudanças nas regras de importação americana.
Até o momento, não houve a aplicação de tarifas adicionais ou medidas punitivas contra o produto brasileiro. A entidade reforça a importância de manter um diálogo institucional aberto com o governo federal para mitigar riscos à cadeia produtiva e defender soluções negociadas que preservem a estabilidade das exportações brasileiras para o mercado dos EUA.
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