Justiça da Colômbia proíbe candidato de usar camisa da seleção
Justiça veda uso do uniforme da seleção por Abelardo de la Espriella em campanha após reclamação de adversário político.
Pontos principais
- A proibição entra em vigor nesta quinta-feira, 4 de junho de 2026, exigindo a cessação imediata do uso do uniforme.
- A decisão atende a uma reclamação do candidato de esquerda Iván Cepeda, que acusou o adversário de apropriação indevida de símbolo nacional.
- Abelardo de la Espriella, conhecido como 'O Tigre', lidera as pesquisas para o segundo turno das eleições presidenciais.
- O uso da camisa em comícios gerou controvérsia entre a esquerda, que critica a politização, e a extrema direita, que defende o ato como patriotismo.
- A medida ocorre a poucos dias do início da Copa do Mundo, evento que aumenta a visibilidade do uniforme da seleção colombiana.
A Justiça da Colômbia determinou, nesta quinta-feira (4), que o candidato presidencial Abelardo de la Espriella está proibido de utilizar a camisa oficial da seleção nacional de futebol em seus atos de campanha. A decisão, que exige a cessação imediata do uso do uniforme como identificador pessoal ou partidário, atende a uma reclamação formal do candidato de esquerda Iván Cepeda, que acusou o adversário de apropriação indevida de um símbolo nacional. De la Espriella, conhecido como 'O Tigre' e representante da ultradireita, lidera as pesquisas para o segundo turno das eleições presidenciais e utilizava o uniforme como estratégia de marketing político. O caso gerou intenso debate no país, com setores da esquerda criticando a politização de um símbolo de identidade nacional, enquanto apoiadores do candidato defendem o uso como um gesto de patriotismo. A restrição ganha relevância adicional por ocorrer a poucos dias do início da Copa do Mundo.
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