EUA acusam Brasil de trabalho escravo, mas isentam carne bovina de tarifas
Governo americano aponta trabalho forçado na pecuária brasileira, mas exclui a carne bovina de uma nova taxa de importação de 12,5%.
Pontos principais
- O governo dos EUA denunciou a presença de trabalho escravo na cadeia produtiva da pecuária brasileira.
- Uma nova tarifa de 12,5% foi proposta para bens produzidos sob condições de trabalho forçado em 59 países e na União Europeia.
- A carne bovina do Brasil foi oficialmente excluída da lista de produtos sujeitos à nova taxação americana.
- A medida integra a estratégia da gestão de Donald Trump para pressionar por melhores práticas trabalhistas globalmente.
O governo dos Estados Unidos formalizou uma acusação contra o Brasil, alegando a existência de trabalho escravo na cadeia produtiva da pecuária nacional. A medida faz parte de uma lista mais ampla, que inclui 59 países e a União Europeia, acusados de falhas no combate ao trabalho forçado em suas cadeias de suprimentos. Apesar da denúncia e da proposta de uma tarifa retaliatória de 12,5% para bens produzidos sob tais condições, a administração do presidente Donald Trump optou por não aplicar a sobretaxa à carne bovina brasileira neste momento. A decisão reflete uma postura mais rígida da gestão americana sobre práticas de direitos humanos no comércio global, mantendo o tema como um ponto de atenção nas relações diplomáticas e comerciais entre os dois países, sob constante vigilância de padrões ESG.
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