A PF apura movimentações financeiras atípicas nas contas das empresas de Virgínia Fonseca após alertas emitidos pelo Coaf.
A Polícia Federal iniciou uma investigação sobre as empresas da influenciadora Virgínia Fonseca após a identificação de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O caso veio à tona durante os desdobramentos da CPI das Apostas Esportivas, que apontou inconsistências nos fluxos de caixa da Talismã Digital, que teria recebido R$ 22,4 milhões em um semestre, e da WPink. Entre os pontos de atenção das autoridades estão depósitos em espécie realizados de forma fragmentada em diferentes agências bancárias e transações com empresas de pequeno porte que apresentaram valores incompatíveis com seu faturamento habitual. Em nota, a defesa de Virgínia Fonseca refutou as suspeitas, assegurando que todas as operações financeiras são legítimas, devidamente declaradas aos órgãos de fiscalização e justificadas pela natureza comercial de seus empreendimentos.
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