O metal precioso atingiu 27% das reservas dos bancos centrais, refletindo uma estratégia global de diversificação e menor dependência do dólar.
O Banco Central Europeu informou que o ouro ultrapassou os títulos do Tesouro dos EUA, tornando-se o principal ativo de reserva dos bancos centrais ao redor do mundo. Com uma participação de 27% nas reservas globais, o metal precioso consolidou sua posição impulsionado por uma valorização histórica e pela necessidade das autoridades monetárias de protegerem suas economias contra volatilidades. Essa mudança reflete uma tendência crescente de diversificação de ativos, com o objetivo explícito de reduzir a dependência histórica do dólar americano. Especialistas apontam que a nova configuração nas reservas globais marca uma alteração estrutural na gestão de risco das instituições, que agora buscam maior segurança em ativos físicos diante das incertezas no cenário econômico internacional e das políticas fiscais vigentes sob a administração do presidente Donald Trump.
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