Ouro sobe com demanda de bancos centrais e prata avança 4% na China
O ouro valorizou 0,43% e a prata saltou 4,41% nos mercados internacionais, impulsionados pela demanda global e pelo forte consumo chinês.
Pontos principais
- O ouro na Comex subiu 0,43%, atingindo US$ 4.706,7 por onça-troy, mesmo com o PPI dos EUA subindo 1,4% em abril.
- A prata registrou alta de 4,41%, sustentada pelo aquecimento da demanda industrial na China.
- A Índia elevou os impostos de importação sobre metais preciosos de 6% para 15% para proteger a rupia.
- Bancos centrais continuam sendo o principal fator de sustentação para o preço do ouro, segundo analistas do MUFG.
- O presidente Donald Trump iniciou conversas com Xi Jinping na China para tratar do conflito no Oriente Médio.
Os metais preciosos registraram ganhos significativos nos mercados globais. O ouro manteve sua trajetória de alta, subindo 0,43% na Comex para US$ 4.706,7 por onça-troy, demonstrando resiliência frente aos dados de inflação ao produtor (PPI) nos Estados Unidos, que subiram 1,4% em abril, a maior variação mensal desde 2022. A valorização é atribuída à demanda consistente de bancos centrais, que buscam ativos de proteção em um cenário de incertezas geopolíticas. Paralelamente, a prata destacou-se com uma alta de 4,41%, impulsionada pelo robusto consumo industrial chinês. O mercado também monitora a Índia, que elevou os impostos de importação sobre metais preciosos para 15% para conter a desvalorização da rupia, enquanto o presidente Donald Trump discute o impasse no Oriente Médio com autoridades chinesas.
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