A agência Fitch Ratings estima que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz deve ser normalizado até julho, impactando o mercado global de energia.
A agência de classificação de risco Fitch Ratings projeta que o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o transporte de petróleo no mundo, deverá ser reaberto até julho. A análise, apresentada pela especialista Angelina Valavina, baseia-se em uma suposição de trabalho que considera a atual dinâmica do mercado global. A normalização do fluxo marítimo na região é vista como um fator determinante para a estabilização dos preços e da oferta de energia, que têm sido pressionados pela interrupção das rotas comerciais. O fechamento do estreito permanece como um dos principais focos de monitoramento para investidores e analistas, dado o impacto direto que a restrição exerce sobre a logística energética internacional e a volatilidade dos preços do petróleo.
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