Eduardo Girão critica atuação da PGR em casos envolvendo o Judiciário
O senador Eduardo Girão acusou o procurador-geral Paulo Gonet de omissão e parcialidade em investigações contra integrantes da cúpula do Judiciário.
Pontos principais
- Eduardo Girão questionou a ausência de avanços em investigações sobre venda de sentenças no STJ.
- O senador citou inação da PGR em casos como o Banco Master e a Operação Carbono Oculto.
- Parlamentar defendeu a viabilidade de pedidos de impeachment contra ministros do STF e contra o próprio Gonet.
- Moraes, Toffoli e Mendes foram mencionados pelo senador como alvos de pedidos de afastamento.
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) utilizou a tribuna para criticar a postura do procurador-geral da República, Paulo Gonet, a quem acusou de omissão e parcialidade no tratamento de investigações que envolvem membros do Poder Judiciário. Segundo o parlamentar, a PGR tem falhado em apurar indícios de irregularidades, citando como exemplos a falta de desdobramentos em casos de venda de sentenças no STJ, além de inquéritos sobre o Banco Master e a Operação Carbono Oculto. Para Girão, a postura da Procuradoria-Geral da República demonstra uma seletividade que prejudica a credibilidade das instituições. O senador reiterou que existem fundamentos jurídicos para pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, incluindo Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e sugeriu que a inação de Gonet também justificaria um processo de afastamento do próprio procurador-geral.
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