O governo do presidente Lula intensificou as negociações no Senado para garantir a aprovação da PEC da Segurança Pública antes do recesso parlamentar, marcado para 18 de julho. A urgência da pauta foi impulsionada pela recente decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, o que aumentou a cobrança por resultados concretos na área. Lula estabeleceu que a criação de um Ministério da Segurança Pública está diretamente atrelada à aprovação dessa proposta legislativa. Contudo, o avanço da agenda enfrenta desafios significativos, especialmente devido à relação tensa entre o Palácio do Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O governo agora corre contra o tempo em um calendário legislativo apertado, agravado pela necessidade de conciliar a pauta com outras prioridades do ano eleitoral.
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