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Governo Lula articula aprovação de PEC da Segurança no Senado

Governo busca aprovar PEC da Segurança antes do recesso, sob pressão após EUA classificarem facções brasileiras como organizações terroristas.

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Foto: InfoMoney
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01/06 às 09:15 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • EUA classificaram PCC e CV como terroristas após articulação do senador Flávio Bolsonaro com o presidente Donald Trump.
  • O Congresso Nacional já havia rejeitado anteriormente propostas que equiparariam facções criminosas ao terrorismo.
  • Lula condicionou a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC, em meio a um plano de R$ 11,1 bilhões contra o crime.
  • O governo brasileiro criticou a atuação da oposição, classificando a movimentação externa como um ataque à soberania nacional.
  • A relação entre o Planalto e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, permanece como o principal entrave para a votação antes do recesso.

O governo do presidente Lula intensificou as negociações no Senado para garantir a aprovação da PEC da Segurança Pública antes do recesso parlamentar de 18 de julho. A urgência foi acentuada pela decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, medida tomada após articulação do senador Flávio Bolsonaro com o presidente Donald Trump. O governo brasileiro criticou a iniciativa, apontando-a como uma defesa de intervenção estrangeira e um risco à soberania nacional. Internamente, o tema reacende o debate sobre segurança, com o Planalto tentando viabilizar a criação de um Ministério da Segurança Pública atrelada à PEC, enquanto enfrenta a resistência histórica do Congresso em equiparar facções ao terrorismo. A pauta, que também envolve um plano de R$ 11,1 bilhões contra o crime organizado, segue travada pela relação tensa entre o governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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