Cosan nega venda da Rumo e mantém foco em desalavancagem
A Cosan desmentiu rumores sobre a venda da Rumo, reafirmando que sua prioridade estratégica é a redução de dívidas e a simplificação corporativa.
Pontos principais
- A Cosan negou categoricamente a venda da Rumo, maior operadora ferroviária independente do Brasil.
- A companhia está em processo de recuperação extrajudicial desde março de 2026.
- O endividamento da empresa caiu 34% no primeiro trimestre de 2026, atingindo R$ 11,4 bilhões.
- A estratégia financeira inclui a redução da participação na Raízen e a possível realização de um IPO da Compass.
A Cosan emitiu um comunicado oficial para desmentir especulações de mercado sobre a venda da Rumo, sua unidade de logística ferroviária. A empresa reforçou que, embora avalie constantemente a alienação de ativos, o foco central de sua gestão permanece na desalavancagem e na simplificação de sua estrutura corporativa. Desde março de 2026, a companhia opera sob um processo de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida bilionária, tendo alcançado uma redução de 34% no endividamento no primeiro trimestre deste ano, totalizando R$ 11,4 bilhões. Para fortalecer sua posição financeira, a Cosan planeja reduzir sua fatia na joint venture Raízen e mantém em análise a possibilidade de um IPO da Compass. A medida visa estabilizar o balanço da holding em um cenário de reestruturação contínua.
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