Copa do Mundo 2026 deve impulsionar varejo digital e eletrônicos
Analistas preveem aumento nas vendas de eletrônicos e artigos esportivos, mas alertam para queda no fluxo de lojas físicas durante jogos do Brasil.
Pontos principais
- Grupo SBF deve liderar o setor de artigos esportivos com a venda de camisas oficiais.
- Magazine Luiza, Casas Bahia, Mercado Livre e Amazon são os principais beneficiários na venda de televisores.
- Varejo físico projeta queda de 10% a 15% no volume de vendas nos dias de partidas da seleção.
- Canais digitais devem superar lojas físicas devido à conveniência e agilidade na entrega.
- Setor de bebidas, como a Heineken, deve registrar alta no consumo em bares e restaurantes.
A Copa do Mundo de 2026 deve gerar impactos distintos para o varejo brasileiro, com projeções de crescimento concentradas nos segmentos de eletrônicos e artigos esportivos. Enquanto empresas como o Grupo SBF se preparam para a alta demanda por uniformes oficiais, gigantes do e-commerce, incluindo Magazine Luiza, Mercado Livre e Amazon, devem capitalizar com a renovação de televisores pelos consumidores. A expectativa é que a conveniência dos canais digitais se sobressaia, especialmente diante da previsão de retração no fluxo de clientes em lojas físicas durante os dias de jogos da seleção brasileira, quando o volume de vendas pode cair entre 10% e 15%. Paralelamente, o setor de serviços e bebidas, representado por marcas como a Heineken, espera um aumento no consumo em bares e restaurantes, consolidando o torneio como um evento de relevância estratégica para o varejo nacional.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
