A Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta que a Copa do Mundo injetará R$ 4,32 bilhões no varejo brasileiro, um crescimento de 6,5% em relação a 2022. O setor de hipermercados e supermercados deve ser o principal beneficiado, concentrando cerca de 70% do faturamento esperado, impulsionado por um mercado de trabalho aquecido e inflação controlada. Em contrapartida, o cenário de crédito mais caro tem alterado o comportamento do consumidor, que prioriza itens de menor valor. A busca por televisores, por exemplo, está 15,6% abaixo do registrado antes da última edição, mesmo com a queda de 18,9% no preço médio dos aparelhos. Assim, o evento se consolida como um motor para o mercado interno, embora com uma dinâmica de consumo mais voltada para bens de consumo imediato do que para itens de alto valor agregado.
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