No contexto do Dia Mundial da Esclerose Múltipla, especialistas reforçam que a identificação precoce da doença é o fator determinante para a estabilização do quadro clínico e a manutenção da qualidade de vida dos pacientes. A condição, que afeta aproximadamente 40 mil brasileiros, incide majoritariamente em mulheres jovens, na faixa etária entre 20 e 50 anos. Profissionais de saúde alertam que sintomas neurológicos persistentes, como fadiga extrema, formigamentos e alterações na visão, não devem ser normalizados, sendo essencial a busca por avaliação médica imediata. O tratamento adequado, que visa mitigar danos ao sistema nervoso central, é disponibilizado pelo Ministério da Saúde por meio do SUS, que fornece medicamentos de alto custo. A conscientização sobre esses sinais é considerada a principal estratégia para assegurar um prognóstico mais favorável aos pacientes diagnosticados com a enfermidade.
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