O mercado corporativo brasileiro está reavaliando a saúde mental como um pilar estratégico e financeiro. Segundo dados do Wellhub, 89% dos líderes reconhecem que o burnout impacta negativamente os custos operacionais e a produtividade, especialmente entre profissionais experientes de 40 a 50 anos. A pressão digital contínua e as falhas nos modelos de trabalho híbrido evidenciam que as estruturas atuais não acompanham a longevidade das carreiras modernas, conforme apontam estudos da Harvard Business Review. Diante desse cenário, as companhias estão abandonando benefícios superficiais em favor de investimentos estruturais que buscam retornos financeiros mensuráveis. Especialistas reforçam que a eficácia dessas iniciativas depende fundamentalmente da cultura organizacional, que deve priorizar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional para mitigar os riscos operacionais associados ao esgotamento dos colaboradores.
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