Saúde mental no trabalho impacta produtividade e aumenta turnover
Estudo aponta que depressão e ansiedade elevam custos operacionais e rotatividade, reforçando a necessidade de investimentos em saúde mental.
Pontos principais
- Funcionários com sintomas de depressão e ansiedade apresentam maior probabilidade de desligamento voluntário das empresas.
- Transtornos mentais não tratados elevam o absenteísmo, o presenteísmo e os custos com planos de saúde corporativos.
- Estimativas globais indicam perdas superiores a US$ 1 trilhão anuais devido ao impacto desses transtornos na produtividade.
- A Norma Regulamentadora NR01 exige que empresas brasileiras realizem o levantamento de riscos psicossociais no ambiente laboral.
Um levantamento realizado pela Gattaz Health destaca que a saúde mental dos colaboradores é um fator determinante para a retenção de talentos e a eficiência operacional. A presença de quadros de depressão e ansiedade está diretamente associada ao aumento do turnover e a perdas significativas de produtividade, que, em escala global, superam a marca de US$ 1 trilhão por ano, conforme dados da revista The Lancet. Além dos impactos diretos no desempenho, esses transtornos agravam o custo de tratamentos para doenças crônicas, elevando os prêmios de planos de saúde corporativos.
Diante desse cenário, especialistas ressaltam que a implementação de programas de saúde mental deixou de ser apenas uma iniciativa de bem-estar para se tornar uma estratégia financeira essencial. No Brasil, a conformidade com a Norma Regulamentadora NR01, que exige o mapeamento de riscos psicossociais, reforça a responsabilidade das organizações em mitigar esses problemas para garantir um ambiente de trabalho sustentável.
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