Cerca de 25% dos navios-tanque não iranianos deixaram a região de forma discreta após meses de retenção devido ao conflito no Oriente Médio.
Cerca de um quarto dos grandes navios-tanque de petróleo que estavam retidos no Golfo Pérsico desde o início das tensões com o Irã conseguiram deixar a região. A saída das embarcações, que não possuem bandeira iraniana, tem ocorrido de forma gradual e sigilosa, refletindo os esforços das companhias para contornar os riscos de segurança e os bloqueios logísticos impostos pelo conflito. A permanência dessas embarcações na zona de guerra vinha gerando preocupações sobre a estabilidade do fornecimento global de energia e o aumento dos custos de frete. Embora a saída parcial represente um alívio operacional, a situação na região permanece monitorada de perto pelo mercado, uma vez que o Golfo Pérsico continua sendo um ponto crítico para o escoamento da produção petrolífera mundial sob a gestão do governo de Donald Trump.
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