Navios petroleiros operam de forma oculta no Estreito de Ormuz
O aumento de trânsitos 'sombrios' de petroleiros no Estreito de Ormuz ajuda a manter o preço do barril abaixo de 100 dólares no mercado global.
Pontos principais
- Navios-tanque desligam transponders para contornar sanções e evitar detecção pelo Irã.
- O número de embarcações retidas no Golfo caiu de 160 para cerca de 90 desde abril.
- A estratégia de transporte oculto mantém o fluxo de petróleo e evita picos de preços globais.
- O presidente Donald Trump confirmou o auxílio dos EUA na escolta de navios na região.
- Tensões geopolíticas persistem após novos ataques e a derrubada de um helicóptero americano.
O Estreito de Ormuz registra um aumento no trânsito de petroleiros que operam com sistemas de rastreamento desligados para contornar sanções e restrições comerciais. Essa estratégia, que envolve navios de países do Golfo, tem permitido um fluxo constante de petróleo, mantendo o valor do barril abaixo de 100 dólares e evitando a volatilidade no mercado energético global. Imagens de satélite confirmam transferências de carga na costa de Omã e tráfego intenso em terminais dos Emirados Árabes Unidos, com o número de navios retidos na região reduzindo significativamente desde abril. O presidente Donald Trump confirmou que os Estados Unidos têm fornecido escolta para garantir a saída de milhões de barris. Apesar da estabilidade nos preços, o cenário permanece instável devido a novos ataques e à recente derrubada de um helicóptero americano na área.
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