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Navios petroleiros operam de forma oculta no Estreito de Ormuz

O aumento de trânsitos 'sombrios' de petroleiros no Estreito de Ormuz ajuda a manter o preço do barril abaixo de 100 dólares no mercado global.

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Foto: InfoMoney
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10/06 às 15:15 · atualizado 16:03

Pontos principais

  • Navios-tanque desligam transponders para contornar sanções e evitar detecção pelo Irã.
  • O número de embarcações retidas no Golfo caiu de 160 para cerca de 90 desde abril.
  • A estratégia de transporte oculto mantém o fluxo de petróleo e evita picos de preços globais.
  • O presidente Donald Trump confirmou o auxílio dos EUA na escolta de navios na região.
  • Tensões geopolíticas persistem após novos ataques e a derrubada de um helicóptero americano.

O Estreito de Ormuz registra um aumento no trânsito de petroleiros que operam com sistemas de rastreamento desligados para contornar sanções e restrições comerciais. Essa estratégia, que envolve navios de países do Golfo, tem permitido um fluxo constante de petróleo, mantendo o valor do barril abaixo de 100 dólares e evitando a volatilidade no mercado energético global. Imagens de satélite confirmam transferências de carga na costa de Omã e tráfego intenso em terminais dos Emirados Árabes Unidos, com o número de navios retidos na região reduzindo significativamente desde abril. O presidente Donald Trump confirmou que os Estados Unidos têm fornecido escolta para garantir a saída de milhões de barris. Apesar da estabilidade nos preços, o cenário permanece instável devido a novos ataques e à recente derrubada de um helicóptero americano na área.

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