A Polícia Civil de São Paulo investiga uma empresária suspeita de produzir e vender vídeos de tortura e morte de animais através da plataforma Discord. O caso ganhou repercussão após a suspeita ser detida e posteriormente liberada, uma vez que as autoridades não conseguiram acessar seus dispositivos eletrônicos para configurar o flagrante. O episódio coloca em evidência os desafios de segurança da rede social, que é amplamente utilizada por comunidades de gamers e adolescentes.
Especialistas apontam que a estrutura do Discord, baseada em grupos privados e descentralizados, facilita a atuação de criminosos para diversas práticas ilícitas, incluindo exploração e discursos de ódio. Embora a empresa tenha introduzido ferramentas como a 'Central da Família' para aumentar o controle parental, a plataforma continua sob pressão para aprimorar seus mecanismos de moderação e coibir o uso indevido de seus servidores para atividades ilegais.
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