Cientistas chineses, sob a liderança da empresa Xinjiang Maishengdao Biotechnology, iniciaram o cultivo de híbridos de trigo e centeio, conhecidos como triticale, em regiões desérticas de Xinjiang. A iniciativa busca transformar áreas inóspitas em zonas produtivas, aproveitando a resiliência genética da planta, que se destaca por sua capacidade de sobreviver a solos pobres, alta salinidade e condições climáticas severas, como secas e ventos fortes. Além de sua estrutura física robusta, que supera a altura média humana, o triticale apresenta versatilidade de uso, sendo uma alternativa viável tanto para o consumo humano quanto para a indústria de ração animal. O projeto representa um esforço estratégico da China para expandir sua capacidade agrícola em terrenos anteriormente considerados improdutivos, visando garantir maior segurança alimentar diante de desafios ambientais crescentes.
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