Pesquisadores desenvolveram algodão geneticamente modificado com genes de musgo do deserto, elevando a resistência a fungos e a produtividade em 25%.
Cientistas do Instituto de Ecologia e Geografia de Xinjiang, na China, desenvolveram uma nova variedade de algodão por meio de engenharia genética, incorporando genes de resistência ao estresse retirados de musgo do deserto. A inovação tem como objetivo principal combater doenças fúngicas que impactam severamente a produção agrícola global, oferecendo uma alternativa mais robusta para o cultivo em condições adversas. Segundo os resultados da pesquisa, a planta modificada apresentou um aumento de quase 25% na produtividade em comparação às variedades convencionais. Este avanço representa um passo importante no uso da biotecnologia para garantir a segurança alimentar e a resiliência de culturas estratégicas, demonstrando como a transferência de características de organismos adaptados a ambientes extremos pode ser aplicada para otimizar a agricultura em larga escala.
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