Após a liquidação extrajudicial do grupo Master, o Banco Central esclareceu os critérios de segmentação bancária utilizados para monitorar a estabilidade do sistema financeiro nacional. As categorias S1, S2 e S3 classificam as instituições conforme a relevância de seus ativos frente ao PIB, sendo S1 o segmento de maior porte. Segundo a autoridade monetária, o caso Master não comprometeu a solidez do setor, visto que a instituição detinha apenas 0,1% dos ativos totais do sistema bancário. O processo de liquidação resultou no pagamento de R$ 37,7 bilhões pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) aos correntistas. Grande parte desse capital foi realocada pelos investidores em instituições de maior porte, o que, segundo o relatório de estabilidade financeira, demonstra a manutenção de níveis confortáveis de liquidez e capitalização no mercado brasileiro.
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