O governo do presidente Donald Trump estabeleceu uma nova diretriz que impede a repatriação de cidadãos americanos expostos ao Ebola no Congo. Em vez de retornar aos Estados Unidos para tratamento, esses indivíduos serão encaminhados para uma base aérea no Quênia, onde cumprirão quarentena em uma instalação de 50 leitos operada pelo U.S. Public Health Service. A decisão, defendida pelo secretário de Estado Marco Rubio, visa evitar a entrada do vírus em território americano, marcando uma mudança significativa nas políticas de saúde pública e segurança nacional. A medida tem gerado críticas de especialistas e diplomatas, que questionam a responsabilidade do Estado para com seus cidadãos. Segundo o protocolo, apenas pacientes que desenvolverem sintomas graves serão transferidos para unidades hospitalares especializadas na Europa, enquanto os demais permanecerão sob monitoramento no país africano, em uma operação aprovada pelo presidente queniano William Ruto.
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