O governo do presidente Donald Trump está em negociações com o Quênia para estabelecer um centro de quarentena destinado a cidadãos americanos expostos ao vírus Ebola. A iniciativa reflete uma mudança de estratégia em relação a 2014, priorizando o monitoramento de infectados em solo estrangeiro para evitar a entrada da doença nos Estados Unidos. A Casa Branca tem demonstrado resistência em permitir o retorno de cidadãos afetados, buscando conter o surto, que já causou cerca de 220 mortes na República Democrática do Congo, fora de suas fronteiras. A proposta, contudo, enfrenta ceticismo de especialistas da área de saúde. Críticos argumentam que o uso de unidades de alta contenção já operacionais nos Estados Unidos ou na Alemanha seria uma alternativa mais segura e eficiente para o tratamento de pacientes, em vez de manter cidadãos em quarentena no exterior.
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