A justiça do Quênia determinou a paralisação imediata das operações de um hospital de campanha e de um centro de quarentena planejados pela administração do presidente Donald Trump. As instalações visavam o atendimento e isolamento de cidadãos americanos que contraíssem Ebola ou chegassem da República Democrática do Congo, país que enfrenta um surto da doença. A decisão judicial foi impulsionada tanto por petições de grupos de direitos humanos quanto por protestos populares, com médicos locais manifestando forte oposição ao projeto, que chegou a ser classificado por críticos como uma 'colônia de contenção' em solo queniano.
O governo dos Estados Unidos, que defendeu a estratégia como uma alternativa à repatriação de infectados, ainda não apresentou um plano de contingência oficial após o bloqueio. O Secretário de Estado, Marco Rubio, segue envolvido em negociações diplomáticas para tentar reverter a decisão e viabilizar a assistência médica prevista. O impasse destaca a crescente tensão entre as necessidades de saúde pública dos EUA e as preocupações do Quênia quanto à soberania nacional e aos protocolos de cooperação internacional.
28 mai, 18:45
28 mai, 06:32
27 mai, 15:33
26 mai, 18:15
18 mai, 18:03
Carregando comentários...