Um estudo realizado pelo Instituto Alana revelou que as dores menstruais impactam diretamente a frequência escolar de 40% das alunas brasileiras. O levantamento indica que cerca de 60% das estudantes enfrentam cólicas que prejudicam a rotina acadêmica, tornando o ciclo menstrual a principal causa de faltas. A pesquisa destaca ainda disparidades raciais e regionais, observando que a falta de infraestrutura básica, como banheiros adequados e acesso a itens de higiene, agrava a situação em estados das regiões Norte e Centro-Oeste. Diante do cenário, especialistas defendem a implementação de políticas públicas que incluam a educação menstrual no currículo escolar e a criação de protocolos formais para o abono de faltas. A iniciativa visa combater o tabu em torno do tema e garantir que a menarca precoce e o desconhecimento sobre o ciclo não se tornem barreiras permanentes para a permanência escolar das jovens.
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