Os procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey intensificaram a investigação contra a Fifa ao emitirem intimações formais para apurar práticas abusivas na venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. A medida responde a denúncias de que torcedores teriam sido induzidos ao erro sobre a localização dos assentos, além de questionar os valores elevados cobrados pela entidade. O inquérito busca determinar se o modelo de comercialização fere as leis de proteção ao consumidor nos estados que sediarão partidas do torneio. Até o momento, a Fifa não se manifestou publicamente sobre o conteúdo das intimações recebidas. A pressão das autoridades locais ocorre a poucas semanas do início do evento, marcado para 11 de junho de 2026, reforçando a necessidade de garantir a integridade e a transparência no processo de venda para o público.
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