Procuradores-gerais de Nova York e Nova Jersey iniciaram uma investigação formal contra a Fifa devido a denúncias de práticas enganosas na comercialização de ingressos para a Copa do Mundo de 2026. As autoridades alegam que a entidade utiliza estratégias de escassez artificial para elevar os valores, com aumentos médios de 34% registrados em quase 90% das partidas do torneio. Além da precificação, a investigação apura possíveis irregularidades na divulgação da localização dos assentos, o que teria induzido torcedores ao erro.
A medida coloca a Fifa sob pressão jurídica em um momento de desgaste com as cidades-sede americanas, que já mantêm disputas anteriores com a organização sobre custos de infraestrutura e transporte público. Até o momento, a entidade máxima do futebol mundial não se manifestou sobre as acusações, mas deverá ser obrigada a apresentar documentos internos que detalhem seus critérios de venda.
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