O setor de gestão de ativos no Brasil atravessa um momento de instabilidade para as casas menores, que operam com menos de R$ 1 bilhão sob gestão. Essas instituições enfrentam uma espiral negativa provocada pela perda de performance, que resulta em resgates elevados e dificuldades para manter a competitividade em cenários de mercado adversos. A pressão sobre as margens operacionais tem forçado essas gestoras a considerarem fusões, embora o processo enfrente barreiras culturais e de ego que não são observadas com a mesma intensidade no mercado americano. A sobrevivência dessas empresas depende, primordialmente, da capacidade de reter talentos qualificados e de manter uma estratégia rigorosa na alocação de ativos, especialmente em segmentos sensíveis como o de crédito privado, onde a liquidez e o preço de entrada são fatores determinantes para a sustentabilidade do negócio a longo prazo.
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