Gestoras de private equity em todo o mundo estão adotando estratégias de especialização por indústria e foco na geração de valor, um modelo já consolidado no mercado brasileiro. Segundo o "Relatório Global de Private Equity" da Bain & Company, a expertise do Brasil em operar com profundo conhecimento setorial e buscar o crescimento de receita é um diferencial. A volatilidade econômica, as janelas de liquidez imprevisíveis e o alto custo da dívida no país forçaram as gestoras locais a priorizar a criação de valor.
Essa abordagem brasileira inclui a realização de due diligence detalhada, que vai além da análise financeira para abranger aspectos operacionais, dinâmicas de mercado e a equipe de gestão. Além disso, o modelo local preconiza a alocação gradual de capital para mitigar choques cambiais e o uso conservador de alavancagem, devido às altas taxas de juros. A pesquisa da Bain & Company, que incluiu dados de 80% dos gestores e 40% dos investidores no Brasil, aponta que o aumento dos preços de negociações globais reforça a necessidade de justificar a geração de valor aos investidores.
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