A proteção de carteiras de ações no Brasil é considerada cara e ineficiente devido a limitações estruturais do mercado de derivativos, levando gestores a reduzir posições em vez de comprar proteção.
A proteção de carteiras de ações no Brasil tem se mostrado estruturalmente cara e ineficiente, principalmente devido a limitações no mercado de derivativos. Uma das principais causas é a presença de investidores estrangeiros, que detêm cerca de metade da bolsa brasileira e, por regulamentação, não podem alugar suas ações. Essa restrição dificulta a venda a descoberto e encarece as opções de venda, elevando a volatilidade implícita dos ativos brasileiros.
Diante desse cenário, gestores de fundos têm optado por reduzir suas posições e operar com menor exposição ao risco, em vez de arcar com os altos custos da proteção. A diversificação entre fundos com diferentes estratégias é apontada como a única proteção eficaz e acessível para os investidores. Essa situação reflete uma mudança no humor do mercado, com fundos long short, que antes tinham listas de espera, agora abertos para captação.
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