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Famílias ricas substituem imóveis físicos por fundos imobiliários

Investidores brasileiros migram para FIIs em busca de eficiência tributária, sucessão simplificada e maior liquidez na gestão de patrimônio.

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Foto: InfoMoney
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26/05 às 12:06

Pontos principais

  • A transição de ativos físicos para FIIs visa otimizar a sucessão patrimonial e reduzir custos operacionais.
  • Mudanças na tributação de holdings tornam a manutenção direta de imóveis menos vantajosa a longo prazo.
  • A profissionalização da gestão via fundos elimina a complexidade de administrar propriedades próprias.
  • Herdeiros preferem instrumentos financeiros modernos que facilitam a partilha de bens em comparação ao modelo tradicional.

Famílias de alto patrimônio e family offices no Brasil estão alterando suas estratégias de sucessão ao trocar a posse direta de imóveis por cotas de fundos imobiliários (FIIs). O movimento é impulsionado pela necessidade de maior liquidez e pela busca por eficiência tributária, especialmente diante de alterações nas regras que regem holdings patrimoniais. Ao migrar para os fundos, os investidores terceirizam a gestão de ativos para profissionais especializados, reduzindo a complexidade operacional e os custos associados à manutenção de propriedades físicas. Além de facilitar a divisão de bens entre sucessores, a estratégia reflete uma mudança de perfil das novas gerações, que demonstram maior familiaridade com instrumentos financeiros modernos. A prática já é observada em diversos setores, como o de galpões logísticos, onde famílias optam pela conversão de ativos físicos em cotas para otimizar a estrutura de capital e a sucessão familiar.

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