O governo de Minas Gerais avança no processo de privatização da Copasa com a análise de propostas para a escolha de um investidor estratégico. A disputa centraliza-se entre a Equatorial Energia e o consórcio Livorno Participações, composto por Itaúsa, GIC, Equipav e Aegea. Enquanto a Equatorial busca repetir o sucesso da privatização da Sabesp, o consórcio Livorno estruturou sua oferta com a Aegea focada na operação técnica do saneamento, detendo uma participação minoritária na composição do grupo. A operação total, que envolve a redução da fatia estatal de 50% para 5%, tem potencial para movimentar até R$ 10 bilhões. O nome do investidor de referência será anunciado em 27 de maio, precedendo a precificação das ações, agendada para 2 de junho, quando o Estado passará a deter apenas uma golden share na companhia.
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