Associação compara plataformas de investimentos sem regulamentação a jogos de azar e solicita medidas rigorosas de fiscalização ao Banco Central.
A Ancord, associação que representa agentes autônomos de investimento, iniciou uma ofensiva contra plataformas de negociação de Forex e CFD que operam sem regulamentação no Brasil. A entidade apelidou o setor de 'tigrinho do mercado de capitais', traçando um paralelo entre a alta volatilidade e o risco dessas operações com o fenômeno dos jogos de azar online. Segundo a associação, a falta de supervisão adequada expõe investidores brasileiros a perdas significativas e práticas de mercado desleais. O presidente da Ancord, Rafael Furlanetti, defende que o Banco Central adote uma postura mais incisiva para coibir essas atividades. A entidade está finalizando um documento técnico que detalha os riscos sistêmicos e propõe medidas concretas de fiscalização, visando proteger o mercado financeiro nacional e garantir que apenas instituições autorizadas ofereçam produtos de investimento ao público local.
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