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Rússia emite alerta inédito e pede saída de estrangeiros de Kiev

Após ataques massivos com mísseis hipersônicos, Moscou exige a retirada de diplomatas e estrangeiros da capital ucraniana, enquanto Kiev classifica a medida como chantagem.

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Foto: G1 Mundo
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25/05 às 11:33 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • A Rússia utilizou mísseis hipersônicos Oreshnik em ofensiva que atingiu 40 locais em Kiev, incluindo áreas residenciais e escolas.
  • O Kremlin formalizou a recomendação para que diplomatas e civis estrangeiros abandonem centros de comando e prédios governamentais.
  • O governo russo ameaça realizar ataques sistemáticos contra instalações militares e centros de decisão na capital.
  • O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, classificou as ameaças russas como chantagem e pediu resistência aos aliados.
  • A União Europeia confirmou que sua missão diplomática permanecerá em Kiev, apesar do aumento dos riscos de segurança.
  • Ataques recentes resultaram na destruição do Museu Nacional de Chernobyl e danos a diversas infraestruturas civis e energéticas.
  • Moscou descreve o míssil Oreshnik como imune a sistemas de defesa, sinalizando uma nova fase de ataques estratégicos no conflito.

O governo russo emitiu um alerta inédito solicitando que cidadãos estrangeiros e diplomatas abandonem áreas próximas a centros de comando e prédios governamentais em Kiev. A medida sucede uma das maiores ofensivas aéreas registradas contra a capital, que utilizou drones e mísseis hipersônicos Oreshnik. O chanceler russo, Sergei Lavrov, formalizou o pedido de retirada ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, enquanto Moscou promete intensificar ataques contra alvos estratégicos em resposta a supostas ações ucranianas em Lugansk. A utilização do armamento, descrito pelo Kremlin como imune a sistemas de defesa, marca uma escalada na estratégia militar russa, que agora foca em infraestruturas de decisão política e militar.

Em resposta, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, classificou as ameaças russas como uma tática de chantagem e instou os aliados internacionais a não cederem à pressão. Apesar do cenário de insegurança e da destruição de locais históricos, como o Museu Nacional de Chernobyl, a União Europeia reafirmou que sua missão diplomática permanecerá em Kiev. O conflito, que já ultrapassa quatro anos, continua a registrar danos severos a infraestruturas energéticas e civis em diversas regiões, com ambos os lados reportando vítimas enquanto a tensão diplomática atinge novos patamares.

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