Um tribunal federal em Nova York condenou o cidadão chinês-americano Lu Jianwang por operar uma delegacia de polícia clandestina em nome do governo chinês. Segundo a acusação, o réu atuou como agente estrangeiro não registrado ao gerir uma instalação em Chinatown que funcionava como um centro de vigilância transnacional. Promotores federais destacaram que Lu deveria ter notificado o procurador-geral dos EUA sobre suas atividades, que incluíam o auxílio direto a Pequim na localização de um ativista pró-democracia residente na Califórnia.
O espaço servia como uma extensão ilegal da autoridade chinesa em solo americano, sendo utilizado para rastrear e intimidar dissidentes políticos. Além das atividades de monitoramento, o posto oferecia serviços burocráticos, como a renovação de carteiras de motorista, funcionando como uma fachada para suas operações. O veredito é visto como um teste crítico da capacidade de Washington em conter a influência estrangeira e a espionagem, destacando as tensões diplomáticas e de segurança que marcam a relação entre as duas potências globais.
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