A indústria química brasileira apresentou uma recuperação significativa no início de 2026, registrando um crescimento de 22,8% na produção durante o primeiro trimestre. O desempenho foi favorecido pela queda de 19,1% nas importações e pela implementação de instrumentos de defesa comercial, como a Lista de Desequilíbrios Comerciais Conjunturais, que protegeram o mercado interno. Como resultado, a utilização da capacidade instalada saltou de 49% em dezembro de 2025 para 63% em março de 2026, indicando um fôlego renovado para o setor. Apesar do avanço trimestral, a Abiquim pondera que os indicadores de produção e vendas ainda acumulam quedas na comparação anual e nos últimos doze meses. Para garantir a sustentabilidade dessa trajetória de crescimento, a entidade enfatiza a necessidade urgente de reduzir os custos de energia e gás natural, essenciais para a competitividade da indústria nacional.
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