Lula sanciona lei que reduz tributos para indústria química
O presidente Lula sancionou uma lei que reduz as alíquotas de PIS e Cofins para as indústrias químicas e petroquímicas, elevando o orçamento do Reiq para R$ 3,1 bilhões em 2026.
Pontos principais
- A lei sancionada pelo presidente Lula reduz as alíquotas de PIS e Cofins para indústrias químicas e petroquímicas.
- O orçamento do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) será elevado de R$ 1 bilhão para R$ 3,1 bilhões em 2026.
- As novas alíquotas de 0,62% para PIS e 2,83% para Cofins valerão de março a dezembro de 2026, incluindo importações.
- A medida tem caráter transitório, visando manter o regime fiscal especial até a extinção do PIS/Cofins em 2027 pela reforma tributária.
- A renúncia fiscal de R$ 3,1 bilhões será compensada por ganhos de arrecadação e projeção de receita ao longo de 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que estabelece a redução das alíquotas de PIS e Cofins para as indústrias químicas e petroquímicas no Brasil. A medida eleva o orçamento do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) de R$ 1 bilhão para R$ 3,1 bilhões em 2026, buscando recompor a competitividade do setor.
As novas alíquotas, de 0,62% para PIS e 2,83% para Cofins, serão aplicadas de março a dezembro de 2026, abrangendo também as importações. A lei possui caráter transitório, com o objetivo de evitar uma descontinuidade abrupta do regime fiscal especial até a completa extinção da contribuição para PIS/Cofins em 2027, conforme previsto pela reforma tributária. A renúncia fiscal de R$ 3,1 bilhões será compensada por ganhos de arrecadação e projeção de receita ao longo de 2026. A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) celebrou a decisão, destacando a importância para a geração de renda e empregos no setor, que é o sexto maior do mundo, com faturamento anual de US$ 167,8 bilhões e cerca de 2 milhões de empregos diretos e indiretos.
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