O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu que o conflito no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã, tem gerado pressão sobre os preços internacionais dos combustíveis devido aos entraves no tráfego pelo Estreito de Ormuz. Apesar disso, o governo avalia que o impacto no Brasil é mitigado pela resiliência da matriz energética nacional, que combina o uso de biocombustíveis com a exploração de petróleo em águas profundas. Diferente de países como Índia e Coreia do Sul, o Brasil não pretende adotar medidas extremas, como o tabelamento de preços ou o racionamento. Para fortalecer essa autonomia a longo prazo, o governo lançou o 5º Leilão do Eco Invest Brasil, com o objetivo de captar R$ 50 bilhões destinados ao financiamento de tecnologias sustentáveis e combustíveis renováveis, reforçando a estratégia de transição energética do país.
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