A guerra no Oriente Médio e o aumento dos preços do petróleo intensificam a importância da segurança energética global, redefinindo o setor e a transição para fontes de baixo carbono.

A guerra no Oriente Médio e a consequente alta do petróleo estão redefinindo o setor de energia e a geopolítica global, elevando a segurança energética a uma prioridade. Especialistas consideram o conflito a maior disrupção na oferta de petróleo e gás da história, superando as crises dos anos 1970. Essa busca por segurança pode desacelerar a transição para fontes de baixo carbono, dando sobrevida ao carvão e impulsionando a energia nuclear.
Organismos multilaterais como a AIE, o FMI e o Banco Mundial alertam para o impacto global e assimétrico da guerra, especialmente em importadores de energia e países de baixa renda. O Brasil, com sua matriz energética diversificada e produção de petróleo e biocombustíveis, é considerado relativamente bem posicionado, mas não está imune a riscos como a dependência de termelétricas e a inflação.
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