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Participação de sedãs no mercado brasileiro cai para 12% em uma década

A preferência dos consumidores por SUVs transformou o mercado automotivo brasileiro, reduzindo drasticamente a fatia ocupada pelos sedãs.

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Foto: G1 - Economia
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24/05 às 03:31

Pontos principais

  • A fatia de mercado dos sedãs recuou de 29% em 2015 para 12% em 2025.
  • SUVs consolidaram a liderança com quase 55% das vendas totais no país.
  • A preferência por SUVs é impulsionada pela posição de dirigir elevada, versatilidade e status.
  • Sedãs mantêm relevância estratégica para frotistas, taxistas e motoristas de aplicativo.
  • Testes indicam que sedãs ainda superam SUVs de mesma faixa de preço em dirigibilidade e acabamento.

O mercado automotivo brasileiro atravessou uma mudança estrutural significativa nos últimos dez anos, consolidando a transição da preferência dos consumidores dos tradicionais sedãs para os SUVs. Enquanto os sedãs viram sua participação cair de 29% para 12% entre 2015 e 2025, os SUVs saltaram para quase 55% do volume total de vendas. Fatores como a posição de dirigir mais alta, a percepção de status e a versatilidade dos utilitários esportivos foram determinantes para essa alteração no comportamento de compra das famílias brasileiras. Apesar da perda de espaço no varejo, o segmento de sedãs permanece resiliente em nichos específicos, como o de veículos de luxo, voltado a executivos, e o de frotistas e motoristas de aplicativo, que ainda valorizam o custo-benefício e a dirigibilidade superior oferecida por esses modelos em comparação a SUVs de categorias equivalentes.

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