O mercado automotivo brasileiro atravessou uma mudança estrutural significativa nos últimos dez anos, consolidando a transição da preferência dos consumidores dos tradicionais sedãs para os SUVs. Enquanto os sedãs viram sua participação cair de 29% para 12% entre 2015 e 2025, os SUVs saltaram para quase 55% do volume total de vendas. Fatores como a posição de dirigir mais alta, a percepção de status e a versatilidade dos utilitários esportivos foram determinantes para essa alteração no comportamento de compra das famílias brasileiras. Apesar da perda de espaço no varejo, o segmento de sedãs permanece resiliente em nichos específicos, como o de veículos de luxo, voltado a executivos, e o de frotistas e motoristas de aplicativo, que ainda valorizam o custo-benefício e a dirigibilidade superior oferecida por esses modelos em comparação a SUVs de categorias equivalentes.
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