O governo do presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o regime cubano com o envio do porta-aviões USS Nimitz para águas caribenhas e o indiciamento de Raúl Castro por crimes ligados a um incidente aéreo de 1996. A movimentação reflete uma estratégia de Washington voltada à mudança de regime, similar à política adotada anteriormente em relação à Venezuela. A escalada militar tem gerado debates sobre a viabilidade e a legalidade de uma intervenção direta, especialmente diante da ausência de uma liderança de transição clara em Havana. Especialistas em segurança internacional apontam que, embora a pressão aumente, uma ocupação militar enfrentaria desafios significativos, como o risco de uma prolongada guerra de guerrilha e questionamentos sobre a conformidade com a Carta da ONU, complicando os planos estratégicos dos Estados Unidos na região.
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