O Brasil registrou um aumento de 20% nos processos de dissolução parcial de sociedade em 2025, impulsionado por um cenário de instabilidade econômica e pressão financeira. A manutenção de juros elevados tem gerado estresse no caixa das companhias, expondo divergências estratégicas entre sócios. Paralelamente, o país enfrenta um ciclo de transição geracional em empresas familiares criadas entre as décadas de 80 e 90, onde a pulverização de heranças e a sucessão familiar têm fomentado disputas de poder. No ecossistema de startups, o cenário é de reestruturação de capital após o fim do ciclo de investimentos de 2020-2021. Além disso, a Lei 14.451/2022, que facilitou deliberações estruturantes, alterou a dinâmica de controle entre majoritários e minoritários. Para mitigar os impactos desses conflitos, grandes corporações têm migrado para a arbitragem e mediação, buscando maior celeridade e especialização técnica na resolução de impasses societários.
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