O governo do Irã iniciou uma campanha de preparação militar voltada à população civil, instalando estandes em praças públicas para o treinamento com fuzis Kalashnikov. A iniciativa, que inclui a participação de crianças, é amplamente divulgada pela TV estatal como uma medida de resistência diante da possibilidade de uma invasão terrestre pelos Estados Unidos. O cenário de tensão é agravado pelas recentes declarações do presidente Donald Trump, que ameaçou novos ataques ao território iraniano caso as negociações diplomáticas sobre o controle do Estreito de Ormuz não avancem. Analistas militares avaliam que a estratégia busca criar uma força de resistência popular para dificultar uma eventual incursão estrangeira. Paralelamente, o regime tem enfrentado críticas internacionais severas de organizações de direitos humanos, que denunciam o uso de menores em treinamentos de combate e o recrudescimento da repressão interna contra dissidentes e manifestantes no país.
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