Novas evidências, incluindo comprovantes bancários, reforçam as denúncias de um suposto esquema de rachadinha no gabinete do deputado federal Mário Frias. Segundo uma ex-funcionária, além da devolução de parte de seu salário ao então chefe de gabinete, Raphael Azevedo, ela teria sido orientada a quitar faturas de cartão de crédito da esposa do parlamentar e a realizar transferências para parentes de assessores. A denunciante afirma ainda ter contraído empréstimos consignados para cobrir dívidas de campanha, citando um saque de R$ 50 mil em espécie após receber depósitos atípicos em sua conta. O caso, que está sob análise do Ministério Público, levanta questionamentos sobre a fiscalização da verba de gabinete, que permite a contratação de até 25 secretários parlamentares. A defesa do deputado nega qualquer irregularidade e refuta as acusações.
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