Durante um fórum realizado pelo grupo Esfera Brasil no Guarujá, o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, destacou que a infiltração do crime organizado em instituições públicas e privadas representa um risco superior aos desafios econômicos do país. O executivo citou como exemplo o setor de combustíveis, onde cerca de 20% do mercado atua na informalidade, criando um ambiente propício para a expansão da atuação de milícias. O painel, que reuniu nomes como Aloizio Mercadante e Bruno Dantas, focou na necessidade de enfrentar a criminalidade em setores estratégicos da economia. Para Esteves, a resolução dos problemas de segurança pública é uma prioridade que supera a complexidade da agenda econômica atual, exigindo atenção redobrada das autoridades para evitar a captura de mercados legítimos por organizações criminosas.
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