Seis meses após o início do escândalo envolvendo o Banco Master, o presidente do BTG Pactual, André Esteves, defendeu a conduta de sua instituição. O banco foi um dos principais distribuidores de CDBs do Master e adquiriu carteiras de crédito do grupo liderado por Daniel Vorcaro. Contudo, investigações apontam que o BTG possuía conhecimento sobre a fragilidade financeira da instituição antes da intervenção oficial, o que levanta questionamentos sobre a governança das operações. O caso ganhou contornos políticos após o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, classificar o episódio como o maior crime financeiro da história do Brasil, criticando a atuação da gestão anterior do Banco Central. Com prejuízos que atingem cerca de R$ 50 bilhões ao FGC, o caso permanece sob escrutínio público e regulatório, impactando a confiança no setor financeiro.
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