Durante o Seminário Internacional do Café, realizado em Santos, especialistas e cooperativas destacaram que a sustentabilidade deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito estratégico no mercado global. A implementação de normas ambientais, sociais e de governança é essencial para que o café brasileiro continue sendo exportado para a União Europeia, que endureceu as exigências de importação. Produtores que não cumprirem esses critérios enfrentam o risco de exclusão do mercado europeu, sendo forçados a redirecionar sua produção para outras regiões.
Embora a adoção de práticas sustentáveis permita a obtenção de prêmios financeiros que variam entre R$ 10 e R$ 50 por saca, o setor enfrenta o desafio do financiamento. Atualmente, o custo da transição para modelos produtivos mais sustentáveis é suportado quase inteiramente pelos agricultores, apesar do suporte técnico oferecido por cooperativas e empresas do setor.
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